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🧠🎯🏆⭐ O baixinho mais temido do mundo!

“Quando eu nasci, o Papai do Céu apontou o dedo pra mim e disse: ‘Esse é o cara’.” Romário

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👑🥅ESPECIAL ROMÁRIO: O gênio mais baixinho do futebol faz 60 anos!

Parabéns, Baixinho! Aos 60 anos, Romário segue eterno, decisivo e absolutamente irreverente. Romário nunca foi sobre idade; sempre foi sobre impacto. Impacto na área, no placar, na história, no imaginário popular. Artilheiro implacável, protagonista de Copa do Mundo, dono de feitos gigantescos e de uma personalidade que jamais passou despercebida, ele construiu uma carreira feita de gols, títulos, frases afiadas e histórias que atravessam gerações. No The Players, esse domingo só poderia ser dele. Porque Romário não foi só craque: foi personagem maior que o jogo.

Nascido no Rio de Janeiro, em 29 de janeiro de 1966, Romário surgiu cedo, fez barulho rápido e jamais pediu licença. Do Olaria ao Vasco, onde se profissionalizou em 1985, o Baixinho mostrou que sabia exatamente onde a bola ia cair e chegava antes. Logo no primeiro ano, 24 gols em 39 jogos. Ali começava a relação de amor, ódio, paixão e caos com São Januário. E ali também começava a história com a Seleção Brasileira, iniciada em 1987, quando o Brasil ganhava um camisa 11 que não negociava com o gol.

Em 1988, veio a primeira grande vitrine: Olimpíada de Seul. Sete gols, artilharia e medalha de prata. O mundo já entendia o aviso. No mesmo ano, Romário partiu para a Europa, para o PSV, onde virou máquina de fazer gols. O estilo era simples e cruel: primeiro pau, segundo pau, toque curto, frieza absoluta. O futebol aprendia que drible não precisa ser longo quando a leitura é perfeita.

O ápice europeu veio em 1993, no Barcelona de Johan Cruyff. Em 1993/94, Romário foi o melhor jogador do mundo para muita gente e não por acaso. Ali, ele se preparava para escrever o capítulo que o eternizaria: a Copa do Mundo de 1994. O Baixinho foi o rosto do tetra. Cinco gols, decisões, liderança. O gol contra a Suécia, na semifinal, resume tudo: leitura, frieza, definição. E na final, quando a bola queimava, Romário não se escondeu. Chamou a responsabilidade, bateu o pênalti no ângulo de Pagliuca. Campeão do mundo. Metade dele, como ele mesmo diz.

🟩🟨 Romário encerrou a trajetória na Seleção com 71 jogos e 55 gols (quarto maior artilheiro da história). Decidiu mais do que partidas; decidiu eras. Em 1997, dois gols na final da Copa América contra a Bolívia confirmaram que 94 não foi acaso. E se faltou a 1998 e 2002, sobrou mito. O Baixinho sempre foi o jogador que dividia o país e isso também é grandeza.

  • Depois do tetra, bateu saudade de casa. Voltou ao Brasil, mas vestiu Flamengo. Foi estranho, foi barulhento, foi Romário. Teve Valencia, idas e vindas, e então o retorno definitivo ao Vasco em 1999, quando viveu noites que viraram lenda. A mais famosa? Copa Mercosul de 2000, virada histórica sobre o Palmeiras (de 0-3 pra 4 a 3) no Parque Antarctica: três gols, liderança, provocação, espetáculo. O caos controlado no seu estado mais puro.

A carreira seguiu com passagens por Fluminense, Al-Saad, retornos ao Vasco, aventuras por Miami e Austrália, sempre com gols e histórias. Em 2007, veio o momento simbólico: o milésimo gol, em São Januário, de pênalti, contra o Sport. O jogo parou por 16 minutos. A estátua nasceu. Romário virou número, virou placa, virou memória física. Jogador e técnico ao mesmo tempo, ele encerrou o ciclo onde tudo começou.

Os números? Sempre discutidos, nunca negados por ele. 1.002 gols somando oficiais e amistosos; 772 nos registros oficiais. Mas Romário nunca foi sobre contagem seca. Foi sobre peso do gol. Sobre decidir finais, clássicos, Copas. Sobre marcar quando a bola queima. Sobre fazer parecer fácil o que é raríssimo.

Imagem criada por IA, com o prompt do The Players

📚 E as histórias… ah, as histórias. No Barcelona, pediu liberação para curtir o Carnaval prometendo dois gols no jogo seguinte. Cumpriu no primeiro tempo e pediu substituição. Lenda instantânea. Rotulado como indisciplinado antes de 94, respondeu do único jeito possível: gols decisivos do primeiro ao último jogo. A boemia nunca foi segredo. “Jogo melhor dormindo pouco.” Para Romário, concentração vinha da confiança, não da cartilha.

A coleção de títulos explica o tamanho: Copa do Mundo (1994), LaLiga (1993/94), Copa América (1989 e 1997), Copa das Confederações (1997), Campeonato Brasileiro (2000), Mercosul (2000). Em 2005, aos 39 anos, desafiou a lógica ao ser artilheiro do Brasileirão com 22 gols pelo Vasco. Porque para ele, o tempo sempre correu diferente.

As frases ajudaram a construir o mito. “Pelé calado é um poeta.” - “Técnico bom é o que não atrapalha.” - “O cara entrou no ônibus agora e já quer sentar na janela.” -  “Só vejo o Pelé na minha frente.” - “A corte agora está toda feliz: o rei, o príncipe e o bobo.” E a mais definitiva: “Quando eu nasci, o Papai do Céu apontou o dedo pra mim e disse: ‘Esse é o cara’.” Arrogância? Talvez. Mas quem entrega o que Romário entregou ganha o direito de falar.

Sessenta anos depois, Romário segue impossível de enquadrar. Amado, odiado, genial, controverso, sempre decisivo. O Baixinho não pediu licença para entrar na história. Ele fez gols e ficou nela para sempre. Uma pena que a idade chega pra todo mundo!

Curta um pouco as várias jogadas do baixinho! Vale a pena! Ele era diferenciado!

Parabéns e obrigado, Romário. Porque o futebol não esquece quem decide quando mais importa!

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