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  • ❌🏆😱 “O dia em que o Fenômeno "apagou"... e o Brasil também (1998)”

❌🏆😱 “O dia em que o Fenômeno "apagou"... e o Brasil também (1998)”

"Se vocês soubessem o que aconteceu na Copa do Mundo de 1998, ficariam enojados." Edmundo (frase folclórica que inventaram)

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🏆🌍 Convulsão, mistério e surra de 3 a 0: O que aconteceu na final da Copa do Mundo de 1998 ?

Você conhece aquele tipo de história que o futebol não deixa a gente fechar? A final de 1998 é isso. Porque não foi só um 3 a 0 para a França. Foi um roteiro com cara de filme: Brasil bicampeão (2x campeão seguido) em potencial, França em casa, Zidane como maestro… e Ronaldo, o Fenômeno de 21 anos, vivendo a tarde mais estranha da vida, uma convulsão, hospital, escalação que muda nos últimos segundos, país em choque, time em transe. E, até hoje, a pergunta que nunca morre: O que, de fato, aconteceu com Ronaldo antes da decisão?

Vamos voltar um pouco: o Brasil vinha de 1994, o Tetra que curou a alma depois de 24 anos. A seleção era a mistura perfeita de casca e brilho, Dunga, Taffarel, Bebeto e Roberto Carlos e Rivaldo chegando, e o país inteiro reaprendendo a sorrir com a camisa amarela. Em 1998, a promessa era ainda mais “videogame”: parte dos campeões de 94, parte da base que depois faria história em 2002… e o novo dono do mundo: Ronaldo, veloz, forte, cibernético, artilheiro, o cara que toda criança tentava imitar no recreio. Só que tinha um buraco do tamanho de um gol sem goleiro: Romário.

  • Porque sim: o Brasil foi pra França sem o Baixinho. Cortado na véspera, ferida aberta, novela que até hoje rende versões, mágoas e bastidores. O símbolo do Tetra ficou de fora, mesmo já jogando pelo Flamengo, e isso temperou o clima com gasolina: um país que idolatra indivíduos ficou sem o ídolo que mais gostava de decidir. O time era forte, mas carregava um “e se…” no bolso e o futebol adora quando a história chega com um “e se”.

A Copa em si já tinha aquele gosto estranho: Brasil avançando, mas não encantando sempre; críticas aqui, dependência de um craque ali. Do outro lado, a França crescia como anfitriã, organizada, intensa, com Zidane chamando o jogo pra si. Era o duelo perfeito pro imaginário: o melhor do mundo contra a casa lotada do país-sede. A final parecia um palco pronto pra coroação. Só que, antes do apito, o drama já tinha começado no hotel.

O que se conta, e o que você trouxe nos relatos, é uma cena que arrepia: depois do almoço, volta pros quartos, e Ronaldo, que dividia o espaço com Roberto Carlos, sofre uma convulsão. Espuma pela boca, tremores, corpo em movimentos bruscos, desespero no corredor, gente batendo em porta, companheiro pedindo socorro. Teve jogador ajudando a desenrolar a língua, teve pânico coletivo, teve o tipo de silêncio que só aparece quando a realidade fica feia de verdade. E aí vem o detalhe que transforma isso em mistério eterno: Ronaldo dorme, acorda se debatendo, e por um tempo tentam tocar a vida como se nada tivesse acontecido, até ele ser levado a uma clínica em Paris.

  • No caminho do estádio, o absurdo vira manchete: sai a escalação e não tem Ronaldo. Imagina a cena: cabine de TV em caos, imprensa em delírio, Brasil sem o seu maior craque, jornalistas tentando entender se era tornozelo, joelho, gripe, qualquer coisa. E, de repente, a reviravolta: pouco antes do jogo, Ronaldo aparece e volta pro time. Edmundo, que tinha sido avisado que seria titular, vai pro banco. O mundo tenta encaixar a peça na narrativa, mas a peça não encaixa. E aí nasce o pântano onde as teorias crescem.

🔮🧿 Muitos falaram que o Brasil vendeu essa final... ou foi pressão psicológica? Foi nervosismo? Foi “apagão” do corpo diante do peso de carregar uma nação? Teve quem falasse em remédio, em analgésico, em injeção, em reação rara, em desgaste, em lesão. Teve quem jurasse que era envenenamento francês. Teve quem gritasse “macumba”, “magia francesa”, “algo direcionado”. Teve, claro, a teoria que virou franquia: Nike, contrato, interesse comercial, “forçaram a estrela a jogar”. O problema é que o futebol ama uma conspiração quando a dor é grande e aquela dor foi gigante. Só que, no meio desse nevoeiro, tem uma frase do próprio Fenômeno que parece carregar a verdade emocional da coisa, mesmo sem explicar a causa: “Perdemos a Copa, mas eu ganhei outra taça: a minha vida.” Isso não é frase de quem viveu uma tarde normal.

Enquanto isso, do lado francês, os bastidores também tinham cheiro de notícia vazada. Emmanuel Petit, que fez o terceiro gol, diz que no vestiário da França já circulavam rumores: gente que jogava com Ronaldo na Itália comentando, versões correndo, até aquela história bizarra de “jogou videogame demais e desmaiou”. Verdade? Lenda? Não importa: a França fez o que um time maduro faz em final, ignorou o barulho, ficou em si, e entrou como se estivesse com o destino escrito.

🟦⬜🟥 E o jogo… o jogo foi um espelho cruel. O Brasil parecia atordoado, como se tivesse entrado em campo com a cabeça ainda no hotel. Ronaldo, que era explosão, virou sombra; parecia sempre um segundo atrasado. O time, que era para atacar como tempestade, caminhou como se estivesse de ressaca. A França, ao contrário, era um relógio com poesia: Zidane se agigantou e resolveu a final com dois gols de cabeça, dois, num Brasil que não se achou nem na marcação, nem no ritmo, nem na coragem. No fim, Petit fecha: 3 a 0. No placar, um atropelo. Na história, um trauma com eco de 1998 (e gosto amargo de “segunda final seguida” no imaginário, porque a geração de 94 ainda estava no coração do país).

Depois do apito, veio o que raramente acontece com futebol: investigação, tribunal, comissão médica, Congresso, CPI, depoimentos, versões oficiais que esclarecem sintomas e deixam a causa ainda mais distante. A sensação é essa: quanto mais se explica o entorno, mais o centro vira fumaça. E aí a pergunta muda: não é só “o que foi a convulsão?”, mas “por que ele jogou?”. Porque uma coisa é o corpo falhar; outra é colocar um garoto de 21 anos, horas depois de um episódio assustador, no maior palco do mundo e esperar que ele seja o mesmo Fenômeno de sempre.

Zagallo, os médicos, a CBF, todo mundo ficou preso num dilema impossível: se não escala e perde, vira teimoso; se escala e perde, vira irresponsável. E o Brasil perdeu e aí tudo vira julgamento, caça ao culpado, e a história ganha mais camadas: o corte do Romário lá atrás, as brigas e ressentimentos que o tempo só piorou, a sensação de que o país foi pra final com o coração dividido, e que no momento decisivo algo saiu do trilho. Não precisa escolher uma teoria pra sentir o peso. Basta lembrar a imagem: Ronaldo no hino, câmera nele, o mundo esperando um furacão… e recebendo um silêncio.

Só que o futebol, quando quer, dá final feliz e a vida do Ronaldo, por mais dura que tenha sido, teve redenção do tamanho de um estádio. Quatro anos depois, em 2002, depois de lesões que pareciam sentença, ele volta diferente: mais velho, mais pesado, mais casca… e ainda assim letal. Faz gols, decide, carimba a Alemanha na final, e o Brasil vira penta com ele como símbolo. É como se 1998 tivesse virado cicatriz e 2002 tivesse virado cura. E talvez por isso o mistério permaneça: porque a história não terminou no trauma. Ela terminou na volta por cima.

No fim, a verdade nua e fria talvez nunca apareça num laudo. Mas o The Players sabe reconhecer o que o futebol realmente é: um lugar onde o inacreditável acontece, onde o herói sangra, onde a nação inventa explicações pra suportar a dor e onde, às vezes, o mesmo personagem ganha o direito de reescrever o próprio destino. 1998 foi o dia em que o Fenômeno quase perdeu a vida e perdeu a Copa. 2002 foi o dia em que ele recuperou as duas coisas: o futebol… e a eternidade…

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